Pai rico, filho nobre, neto pobre

Essas seis palavras sempre representaram um pesadelo para os eventuais herdeiros de grupos familiares. Parece ser uma verdade que, no Brasil, as grandes fortunas, e as grandes empresas, não duram mais do que três gerações ou, no máximo, quatro. Os exemplos não faltam.

Será, então, que o fim inexorável da empresa familiar é esse declínio que termina, após longa agonia, em falência? Será que o dito popular usado como título é cem por cento verdadeiro?

Acho que não. Podemos ver na Europa grupos familiares que vão muito bem há séculos. No Brasil também temos alguns exemplos.

E quais serão as receitas do sucesso, ou da salvação? Foi exatamente isso que buscamos em nossa experiência, em livros, cursos e tentando tirar alguma lição do desempenho dos que deram certo.

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